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                                                                festa

Milho de pipoca, canjica, quentão, vinho quente, pinhão e amendoim são alguns dos produtos que prometem impulsionar as vendas nos supermercados em junho e julho, devido às tradicionais festas juninas.

A expectativa, segundo o departamento de Economia e Pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (Apas), é de crescimento entre 10% a 15% nas vendas dos produtos típicos para a data.

A Apas afirma que, para a indústria de alimentos diretamente relacionada às festas juninas, as vendas de junho e julho representam parcela significativa na comercialização anual dos produtos.

“A procura se dá devido às fortes tradições da cultura brasileira, são comidas e bebidas preparadas há anos e que são mantidas ao longo das gerações”, diz o coordenador de marketing da rede, Murilo Savegnago. Com relação a 2014, a expectativa de aumento de vendas do Savegnago é de cerca de 10%.

E, de acordo com a Apas, apesar do aumento na procura dos produtos, os consumidores não devem ser surpreendidos com a elevação nos valores dos itens, já que a concorrência entre as empresas gera um equilíbrio natural de preços.

“Os ganhos de eficiência e de produtividade possibilitam maior competitividade, uma vez que os supermercados podem negociar os preços junto à indústria, contribuindo para um comportamento mais estável do setor na comparação com 2014”, frisa a associação.

Fonte: site Amambai notícias 23/06 as 14:30

namorados

 

A expectativa para o Dia dos Namorados já é grande. Afinal, em 2014, a data, uma das melhores para o comércio, encontrou um forte adversário: a Copa do Mundo, cuja abertura coincidiu com o dia.

Paulo Latrova, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) Centro, diz que em comemorações deste tipo as vendas aumentam 20% em relação. “Não temos como fazer o comparativo do ano passado, pois foi bem atípico”.

Para atrair os clientes, os lojistas já fazem promoções. “Isso chama a atenção do comprador e aquece as vendas”, diz o presidente do CDL Santos-Praia, Nicolau Obedi, que espera faturar 3% a mais em relação a anos anteriores. “O ano passado foi um fracasso”.

Mesmo com uma suposta crise, que Obedi considera mais “política do que financeira”, ele avalia que as pessoas continuam gastando nas datas especiais. “Tem apelo emocional”.

Valores

Quanto ao valor dos presentes, os dois representantes do CDL falam em médias parecidas: de R$ 80,00 a R$ 100,00. “A mulher tem uma tendência a comprar presentes mais caros”, diz Latrova, que se prepara para os compradores de última hora. “Ou compram no dia 11 ou no próprio dia 12”.

Fonte: site A Tribuna dia 19/05 às 09:19 

 

 

Presunto e queijo fatiado

 

Agregar valor à categoria, oferecer praticidade aos consumidores e reduzir custos nas lojas. É com essas promessas que os fabricantes de frios têm ampliado suas linhas de produtos fatiados e embalados. Algumas redes já estão prevendo uma migração de parte do público para esse segmento.

A quantidade na embalagem é normalmente padronizada em 150 g ou 200 g, conforme o fabricante. Essa gramatura corresponde aos volumes mais adquiridos pelo público nas compras do dia a dia. Com os preços mais elevados, a indústria afirma que esses produtos garantem margens maiores para os varejistas. O aumento da demanda pelos fatiados da indústria poderá ajudar a reduzir problemas enfrentados quando o produto é manipulado na loja. Entre eles, perdas, risco de não cumprimento de normas da vigilância sanitária e custos com embalagens..

A terceirização ajuda a ganhar escala e a utilizar processos de produção que garantem maior qualidade aos frios manipulados – a exemplo do que ocorre com as linhas da indústria. “É utilizado um sistema a vácuo que deixa o produto bem solto e permite vendê-lo com uma validade maior.

O próximo passo será criar uma marca exclusiva para conferir ainda mais apelo premium aos embalados. As indústrias que investem no segmento também se dizem satisfeitas com os resultados até o momento. Também está previsto expandir a distribuição para todo o Brasil. Ou seja: vale a pena acompanhar a evolução do segmento. Mas fique atento principalmente ao consumidor do seu supermercado. Sempre haverá um grupo que deseja uma embalagem maior ou menor ou que quer ver o corte ser feito na hora.

 

  Fonte: Revista Supermercado Moderno / Marcço2015 ano 46

     

CAU Pascoa Ovo Frutas Secasbx

 

Pesquisa recente da Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) confirma essa tendência. Batizado de Estudo Exploratório do Mercado de Chocolate Premium, o trabalho detectou que já existem 3.281 lojas especializadas. Isso em 764 municípios espalhados pelas cinco regiões brasileiras. É verdade que a participação de chocolates tradicionais é bem superior à dos chocolates fornecidos pelas butiques (443 mil toneladas/ano x 30 mil t/ano). E é verdade também que a representatividade dos supermercados nas vendas continua bem à frente. Afinal, o principal consumidor é a criança, atendida principalmente pela grande indústria, que trabalha cada vez melhor com brindes e personagens infantis licenciados. De qualquer jeito não se pode ignorar o avanço de lojas ‘nobres’, que têm crescido a taxas anuais de 20%. O Sudeste, principal mercado do País, já foi invadido pelo segmento, detendo 60% das butiques.

A região é seguida pelo Sul (20%), Nordeste (9%), Centro-Oeste (7%) e Norte (4%). “Este movimento será cada vez mais impulsionado pela classe média”, observa Caio Tomazeli, diretor de Chocolate Premium da Abicab. Segundo ele, o estudo da Associação indica que as butiques alcançarão um faturamento de R$ 2,9 bilhões, já em 2018, o que equivalerá a um aumento de 26% em relação a 2013. Ronaldo Peixoto, vice-presidente comercial da rede mineira ABC, lembra que no Fórum de Colaboração Varejo e Indústria, realizado por SM às vésperas da Páscoa de 2014, já se alertava para as mudanças no mercado. Para Peixoto, contudo, a realidade hoje ainda é favorável às vendas nos supermercados, já que o canal é abastecido pela indústria nacional, que tem escala e expertise para oferecer produtos variados a preços acessíveis. “A população brasileira ainda é muito sensível a preço”, diz. Não é bem nisso que acredita Getúlio Ursulino Netto, presidente da Abicab. Para ele, diante da esperada retração no consumo, nem os supermercados deverão ter um bom desempenho. As vendas de ovos, de acordo com suas estimativas, tendem a ficar estáveis em relação a 2014. E no ano passado, já por conta das dificuldades, o faturamento no autosserviço caiu cerca de 8%.

Para enfrentar as possíveis adversidades do momento e a concorrência das butiques, Romualdo Teixeira, sóciodiretor da RTC Consultoria, sugere reservar espaço para versões premium nacionais e importadas, porém sempre de olho na própria clientela. “Sugiro trabalhar com uma primeira linha de ovos para as classes AB e uma segunda linha para as classes CDE, além das versões tradicionais”, recomenda Teixeira.  Houve um estudo realizado  para entender melhor as preferências do shopper e constatou que o brasileiro busca, sim, produtos diferentes. O que muda é o tamanho da cesta, dependendo da classe social. “Na Páscoa, o shopper tem o desejo de presentear os familiares com algo especial, mas adapta esse especial ao orçamento familiar”, esclarece Pedro Abondanza. A pesquisa indicou também que ovos infantis serão destaques nas vendas de supermercados.. Para que as butiques e a restrição orçamentária sejam enfrentadas e as vendas superem as estimativas, o varejo deve caprichar na exposição. Segundo Teixeira, da RTC, as tradicionais e ultrapassadas parreiras ainda são inevitáveis, já que a maioria das lojas não é climatizada e o produto precisa da proximidade com as ilhas polares para não derreter. Mas as unidades bem climatizadas podem expor os ovos em outros pontos, de fácil acesso e que permitam uma melhor experiência de compra ao cliente.

A rede mineira ABC não abrirá mão das parreiras, mas continuará diminuindo seu tamanho e trabalhando outras áreas, como checkout, terminais e pontos extras. “Também vamos colocar terminais de consulta para diminuir a dependência dos promotores na orientação dos shoppers. Queremos facilitar as compras”, afirma. O fato é que o autosserviço não se pauta nas pessimistas previsões de venda. A maioria planeja melhoria na operação da Páscoa, para abocanhar fatia maior das vendas. Com exposição diferente, sortimento e volume mais planejados, promoções e sorteios, entre outras ações, os supermercadistas esperam crescimento que varia de 3% a 15%, conforme a região e o público atendido por cada empresa. As promoções, contudo, devem ser gerenciadas com cuidado para não depreciar a categoria e não gerar perda de valor. 

                                                      

                                                     Fonte: Revista Supermercado Moderno / Fevereiro 2015 ano 46

 

Sem título

 

Higiene e Beleza

Uma loja bem cuidada e higiênica pode fazer muita diferença na captação de novos clientes e manutenção dos antigos. A limpeza dos supermercados é essencial porque influencia na imagem que estes estabelecimentos perante ao público.

Especialmente em épocas festivas e finais e inicio de mês, o tráfego de pessoas dentro da loja costuma ser elevado. As paredes, pisos e vidros são os mais afetados nestas situações. Para preservar a aparência dos ambientes, é indicado que sejam lavados constantemente. Porém essa limpeza não se limita somente as questões estéticas: a segurança de clientes e funcionários também esta em jogo. Afinal, um chão molhado pode levar as quedas, principalmente entre crianças e idosos. Nesta hora, a escolha de produtos apropriados e indispensável, até mesmo para não prejudicar a estrutura física do supermercado.

Hortifrútis

Esse setor merece receber atenção especial em sua limpeza pois, nele os alimentos são constantemente manipulados por clientes gerando um risco ainda maior de contaminação. A higiene no local deve ser realizada três vezes ao dia, sempre com desinfetante e água sanitária. Uma dica interessante é a reposição diária impedindo assim a acumulação de frutas putrefatas. A boa lavagem das mãos, unhas, pulsos, cotovelos e até meio dos dedos é necessário mesmo se o funcionário utilizar luvas. Por esse motivo deve haver pias para clientes e funcionários disponibilizadas pela loja.

 

PEIXARIA   AÇOU

Friamberia, açougue e peixaria

Por serem seções mais criticas, que podem dar origem a um mau cheiro nada atrativo aos consumidores, esses setores exigem limpeza constante. Espaços como os de preparação e câmara fria e demais locais onde o acúmulo de sangue seja maior precisam ser lavados no mínimo quatro vezes ao dia, balcões de exposição devem ser higienizados no final do expediente. Recomenda-se trabalhar com peças desossadas já prontas para a venda. Os sacos plásticos contendo restos alimentícios não devem ficar nas imediações do açougue por muito tempo.

Gôndolas, carrinhos e check- outs

É trabalhoso, mas os produtos das prateleiras precisam ser espanados, um a um. Para pacotes, um pano seco é o suficiente; entretanto, latas exigem limpeza com álcool. Os carrinhos, por transitarem em estacionamentos e na rua, são fontes sérias de contaminação. Além disso, é comum alimentos e bebidas vazarem, deixando a superfície grudenta e propensa à aglomeração de insetos. Os check-outs sofrem com o mesmo problema por isso os operadores devem ser instruídos a higienizarem o local diversas vezes ao dia. O proprietário possui um papel importante pois o mesmo deve escolher móveis e equipamentos acessíveis a higienização.

Tecnologia

Um investimento imprescindível para o empresário é com as tecnologias de limpeza: produtos químicos e acessórios. Obviamente a preocupação com os custos desses equipamentos é natural mas, deve-se pensar no custo benefício trazido pelos mesmos. Adquirindo um  instrumentos de qualidade mesmo sendo caro, acaba trazendo um benefício maior ao longo prazo pois acaba economizando energia e principalmente mão de obra. Um ótimo exemplo são as lavadora de piso de alto tráfego onde realizam o trabalho de limpeza e secagem de chão quatro vezes mais rápido economizando cinco vezes mais água do que sendo feita por funcionários.

Treinamento

Por último funcionários bem treinados pois os mesmos precisam ficar alerta para o fato de que certos equipamentos tem normas de higienização e usos diferentes. Investir no treinamento de empregados a fim de que mantenham boas práticas e aprendam um pouco mais sobre química e logística é uma excelente opção.

Fonte: Revista AGAS Número 317 - Ano 34 - Janeiro/Fevereiro 2015

 

 

ANO NOVORECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 
(mal vivido talvez ou sem sentido) 
para você ganhar um ano 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, 
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; 
novo 
até no coração das coisas menos percebidas 
(a começar pelo seu interior) 
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 
mas com ele se come, se passeia, 
se ama, se compreende, se trabalha, 
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, 
não precisa expedir nem receber mensagens 
(planta recebe mensagens? 
passa telegramas?) 

Não precisa 
fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumadas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre.


(Carlos Drummond de Andrade)

 

FELIZ ANO NOVO!!!

 

DINHEIRO

 

DINHEIRO: COMO É POSSÍVEL GANHAR MAIS?

                Vivemos em uma sociedade capitalista na qual quase tudo pode ser comprado, desde produtos de primeira necessidade até entretenimento e, graças à tecnologia, sem precisar sair de casa. As empresas se dedicam incansavelmente para desenvolver produtos e serviços que atendam consumidores cada vez mais exigentes e com menos tempo. Se de um lado aumenta nossa necessidade de consumo, paralelamente aumenta também nossa necessidade de obter e gerar mais recursos financeiros para atendê-las. Nas empresas, não é diferente.

                Nesse sentido, é inevitável deixar de pensar: Como é possível ganhar mais dinheiro? Parece simples responder, entretanto, há uma série de outras perguntas que precisam de respostas antes desta, entre elas: Por que precisamos ganhar mais? Quem precisa ganhar mais, eu sócio ou a empresa? O que é preciso fazer para ganhar mais dinheiro? Esta reflexão nos leva a outras, pois é necessário esclarecer o real sentido do “ganhar mais”. Ganhar mais como?  A partir de que? Para alguns empresários, ganhar mais significa aumentar as margens de lucratividade da empresa. Isso pode ser obtido com ações isoladas ou combinadas, entre elas: através da redução de custos, ou através do aumento do valor de venda unitário dos produtos e serviços, ou ainda através do aumento do volume de vendas para os clientes atuais sem necessariamente aumentar o número de clientes novos. Para outros, ganhar mais significa possuir a maior fatia de clientes do seu segmento no mercado, em relação aos concorrentes e, para isso, investem em ferramentas e ações de CRM (Customer Relationship Management) ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, na qual a empresa e toda a sua estrutura organizacional de atendimento, produtos, serviços e processos é direcionada para atender ás necessidades, desejos e expectativas dos clientes.

                Agora, se os sócios precisam aumentar o valor dos seus pró-labores e possuem a empresa como única e exclusiva fonte de renda como é possível ganhar mais? Será que se a empresa vender mais também sobrará mais dinheiro para os sócios? Nem sempre. Eis aí um grande equívoco de boa parte da classe empresarial de nosso país: confundir faturamento com lucratividade. Faturamento é o valor obtido através da soma de todas as vendas, a vista e a prazo, realizadas em um período (dia, semana, mês, etc). Lucratividade é o resultado operacional positivo obtido a partir da operação: faturamento menos custos e despesas (LUCRO = FATURAMENTO – CUSTOS + DESPESAS). Assim, se o pró-labore dos sócios for fixado a partir do faturamento da empresa poderá se cometer um grande equívoco, utilizando-se recursos além da capacidade de pagamento da empresa e comprometendo a saúde financeira e, sobretudo, a sua sustentabilidade. Em alguns casos, ganhar mais não bastará. È preciso gastar menos e planejar os investimentos a curto, médio e longo prazo. Para isso, é importante perceber como o dinheiro que ganhamos está sendo utilizado.

                 Estamos gastando ou investindo? O que ganhamos e o que deixaremos de ganhar a médio e longo prazo com as escolhas de hoje? Esta análise nos ajudará a perceber o que queremos de fato e a partir daí, poderemos planejar com maior segurança sobre quais estratégias e planos contribuirão para que empresa e sócios alcancem seus objetivos, no tempo e nas condições desejadas.

 

(AMIC- Ano 06 -2014)

 

SOFISTICAÇÃO NA GESTÃO

 

SOFISTICAÇÃO NA GESTÃO

            Pode-se dizer que o setor atacadista está em sua quase totalidade, baseado na administração familiar, preservando o hábito de manter um negócio que passa de pai para filho, filha, neto, e assim sucessivamente. Isso, porém, não impede de os donos das empresas optarem pela gestão profissionalizada, nos moldes das grandes companhias, que trabalham com metas estabelecidas para os próximos anos e com estratégias para aumentar a receita tanto hoje como amanhã. E, nesse contexto, é importante ter um profissional com condição e preparo para assumir o comando operacional, com espírito de liderança e com capacidade para enfrentar desafios, ainda que aparentemente eles possam até mesmo ser inabaláveis. Mais conhecido como CEO (Chief Executive Officer) ou, em bom português, executivo-chefe, precisa ter autoridade na hierarquia e estar afinado com os objetivos e com o discurso da companhia. O posto pode ser ocupado por um dos herdeiros ou executivos tarimbados e bem formados, os quais, como explicam os headhunters (especialistas em caçar talentos), precisam ter o aval da família proprietária e, preferencialmente, vivência em um dos elos da cadeia de negócios, ou seja, na indústria, no próprio setor ou no varejo.                

Há dois perfis de CEOs, indicados para diferentes momentos das empresas: um é mais adequado à fase de transição, de mudanças profundas, enquanto o outro é recomendado para o período seguinte, de execução dos planos. Em média, o primeiro fica em torno de dois anos na empresa, e o segundo, cinco anos.

            Um dele é mais desafiador, empreendedor e importante para a arrumação da casa. É um tipo de profissional que precisa saber gerenciar mudanças e, para isso, também precisa saber construir alianças, mostrar ao presidente anterior ou à sua família a importância do processo, e, para completar, ter forças para lidar com as interferências da família. Outra virtude importante que deve caracterizar esse tipo de CEO é sua flexibilidade, seu jogo de cintura, seu equilíbrio dinâmico ao ter de lidar com a autonomia, pois, por um lado, ele deve se acostumar a conter o impulso que o leva a impor, mas, ao mesmo tempo, deve saber como fazer bom uso dessa autonomia. Por exemplo, em alguns momentos, ele precisa dizer não à gestão anterior, estabelecer limites, lembrar aos proprietários o que foi combinado. O risco de manter esse tipo de profissional na empresa bem do fato de que ele vai querer continuar fazendo mudanças mesmo no período de acomodação.

(Revista Distribuição - edição 258 - 2014/ano 22)

 

 

Natal

 

“ENTÃO BOM NATAL, E UM ANO NOVO TAMBÉM. QUE SEJA FELIZ QUEM SOUBER O QUE É O BEM”.

 

ESPÍRITO NATALINO

Há não muito tempo atrás, o Natal não era só o evento mais importante do segundo semestre do ano como era o mais esperado desde o dia seguinte em que se acabava. As famílias se acalentavam, usavam a melhor roupa que tinham, faziam pratos especiais que não eram tão preparados no restante do ano e se reuniam para o gostoso abraço da meia noite, acompanhado de uma demorada janta e a clássica programação da televisão. Para o tão esperado evento, os parentes de grau e localidades mais distantes se aninhavam todos em uma casa, dormindo em colchões no chão, revezando o horário do banho e fazendo as típicas visitas nos pontos turísticos.

Um convidado em especial aparecia meses antes de todos os outros, não ocupava espaço nenhum e não dava trabalho, apesar de ser mais importante que qualquer outro convidado. Afinal, sem ele, toda a festa não faria sentido. O Espírito Natalino era presença certeira em todos os lares.

Não se lembra dele? Era ele quem mandava perguntar se já era dia de montar o pinheirinho, que dava o empenho para desenrolar todos aqueles metros de luzinhas pisca-pisca e que decorava a casa, as roupas e as propagandas de verde e vermelho. Cansado de ser desprezado pelas novas necessidades do mundo moderno, o Espirito Natalino juntou sua malinha e foi embora, levando com ele o sentido da Natal. Seja ele religioso, sentimental, herdado pela família, ou pelo simples fato de ter o Espirito Natalino enchendo nosso âmago de compaixão, solidariedade e inspiração. Sem isso, não existe Natal.

Se o encontrarmos, ele irá dizer “Natal”? Estão perdendo o tempo de vocês com isso! E soltará uma risada irônica para, depois, começar a melancolicamente explicar o que queria dizer. Devastado, lamentaria que as pessoas não estão mais interessadas em experiências humanitárias, deixando-se envolver somente pelo material. “O sentido das coisas mudou, nem o Natal escapou”.

 Mas acalmem-se, ainda existem seres humanitários dentro de nossas carcaças, prova disso é que estávamos atrás dele. Nós, representando uma fatia da população que ainda enxerga a importância do natal, iríamos contagiar os enfermiços e acordar os adormecidos, tudo pela volta do Espírito Natalino.

Sendo assim, agora ele está convencido de que deve voltar! Deixe que o ESPÍRITO NATALINO venha impregnar sua mente com cantigas de natal, e decorar toda a sua casa, com aqueles itens que passam o ano todo encaixotados!

DESDE JÁ, FELIZ NATAL!



 

 

(Nova Revista Valência nº03/ Ano 2014)

 

turnover

 

MOTIVAÇÃO X TURNOVER

 

O relacionamento humano em varejo é fundamental, principalmente pelo fato da existência de contato direto entre as pessoas no dia a dia do trabalho, por isso, o trabalho humano se torna um elemento crítico para a produtividade. Pessoas desmotivadas ou despreparadas são um tiro no pé para a marca, pois não apenas não renderam o que se espera, mas como, afastarão clientes.

O elevado turnover do setor e a desmotivação podem ser gerados por diversos fatores, tais como a carência de mão de obra especializada tanto em nível operacional como gerencial, dificultando à promoção de mudança cultural, como também, a insatisfação salarial. Outro agravante é o momento em que a falta de motivação para o trabalho dá estímulos à ineficiência e o mau atendimento em serviços.

Segundo André Caldeira, criador e diretor geral da PROPOSITO, empresa de Executive Search e gestão de trabalho e stress, um dos maiores desafios do varejo supermercadista é trabalhar a base dos funcionários, ou seja, o chão de loja. “Salário já não é um fator que faz o turnover reduzir, são diversos fatores que, se trabalhados juntos, engajam os funcionários”, avalia Caldeira. Uma empresa que agrega além do salário, benefícios, seja de curto, médio ou longo prazo, já tem um olhar diferenciado de seu funcionário. “O varejo precisa criar estratégias de envolvimento com os seus colaboradores, inicialmente pode ser um custo alto, mas se colocado na ponta do lápis, perceberá os beneficios com redução da rotatividade do setor”, complementa.

“Investir em aprendizado, sejam cursos de aperfeiçoamento ou gerenciais, é um benefício robusto que significa muito para o funcionário”, explica Caldeira. Ainda segundo ele, se paralelamente o supermercado passa ao funcionário as possibilidades de crescimento dentro da empresa, e quais as formas que utiliza para essa gestão de talentos, ele passa a atender aspirações dos funcionários, criando um diferencial.

“Inserir o funcionário na cultura organizacional, tratá-lo como potencial e não apenas como uma linha de produção humana passa a criar um vínculo entre a empresa e o colaborador”, alerta Caldeira.

Com o fenômeno atual das redes sociais, onde as informações são transmitidas mais rapidamente, passa a existir um desengajamento dos jovens, transformando o fator motivação em uma estratégia empresarial e um desafio ao setor de recursos humanos, pois a rotatividade de jovens na empresa deve aumentar, e para conquistá-lo e mantê-lo na empresa, precisa de uma mudança cultural através da criação de novas politicas de iniciativas, que devem começar pela base dos supermercados. Para Caldeira, essa nova geração é fundamental “Criar uma pesquisa que ajude a definir os benefícios que sejam interessantes a eles, recolhendo as informações que causam impactos positivos e criando um programa de afinidades é essencial às empresas”, comenta Caldeira. A estratégia para se ter um funcionário motivado é passar a entendê-lo. “Conhecer as aspirações de cada colaborador, extraindo a questão financeira, ou seja, o salário, e criar redes de soluções, criar um diferencial não só internamente, mas também com o consumidor”, salienta.

“O supermercado que busca criar um mecanismo e incentivo para aprender com a criatividade do funcionário, consegue retirar boas ideias, mas para isso precisará reconhecer e valorizar seu colaborador” finaliza Caldeira.

(Revista Supermix- nº154-Set-Out/2014)

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