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                     dicas de presentes para o dia das maes

 

 

A estimativa de vendas para o Dia das Mães da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de queda de 4,1% em 2016. Se confirmada, este será o pior desempenho da data – apontada como o segundo principal período de vendas do varejo - desde 2004.

Apesar da previsão de queda, a entidade estima que a data comemorativa irá movimentar cerca de R$ 5,7 bilhões neste ano.

Entre as opções de presentes apontadas na pesquisa, destacam-se artigos de uso pessoal e doméstico, que devem apresentar um aumento de 4,4% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado. Vestuário, calçados e acessórios também mostram crescimento, de 2,3%.

“Menos dependentes das condições atuais de crédito e com variações de preços menos acentuadas nos últimos meses, as vendas nesses dois segmentos, caracterizados por tíquetes médios mais baixos, deverão responder por quase dois terços (65,8%) de toda a movimentação do varejo nessa data em 2016”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes, em nota.

Emprego
A expectativa de contratação de trabalhadores temporários para o Dia das Mães também mostrou queda, 5,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. É prevista oferta de 25,6 mil vagas em todo o comércio do país.

A entidade ressalta que isso corresponde ao mesmo patamar observado em 2012, quando foram geradas 25,4 mil oportunidades.

O setor de vestuário deve ser o que ofertará o maior número de chances de emprego, 14,7 mil ou 57,1% do total, informou a CNC, seguido do ramo de hiper e supermercados, o maior empregador do varejo brasileiro, segundo a entidade. A oferta de vagas deve totalizar 4,6 mil postos temporários.

Fonte: g1.globo.com / data  26/04/2016 10h03

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De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho, no ano que vem, o Brasil pode apresentar um 1 para cada 5 novos desempregados no mundo. Essa porcentagem, pode significar maior concorrência, especialmente para os profissionais que estão em busca de novas oportunidades.

Quando se trata da procura de um novo emprego, é preciso ter em mente que o primeiro contato do empregador com o candidato, é por meio do currículo.

Se existem problemas nesse documento, as chances do profissional nem sequer ser chamado para a entrevista, são muito grandes.

Para evitar quaisquer escorregões em seu currículo, separamos alguns problemas que devem ser evitados:

  1. Erros de português

Apesar de se tratar de um item básico, muitos candidatos esquecem de se atentar a esse ponto quando estão redigindo o currículo. Por isso, a dica é fazer uma revisão minuciosa em todo o documento. Caso surjam dúvidas, pode-se buscar ajuda em sites ou de conhecidos.

  1. Omitir informações importantes

Além dos erros de português, também é essencial ter atenção quanto as informações que você colocará em seu currículo. Faça antes um rascunho com todas as suas realizações em experiências anteriores e, ao preencher, seja sempre sincero e coloque apenas dados verdadeiros.

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  1. Tamanho exagerado

Profissionais com pouca experiência não precisam de um currículo que ultrapasse o número de três páginas, pois as informações devem ser resumidas em pouco espaço. Currículos mais extensos, são indicados apenas para profissionais com uma longa trajetória.

  1. Escrever pouco sobre a experiência

Com a preocupação em manter todas as informações numa só página, muitos profissionais acabam reduzindo demais a descrição das experiências no currículo. Entretanto, para compreender melhor o seu perfil, as empresas precisam de informações completas sobre suas experiências anteriores e conhecimentos.

  1. Não listar empregos sem registro

Alguns candidatos evitam citar no currículo, empregos sem carteira assinada. Porém, os especialistas em recrutamento, recomendam que todas as experiências sejam citadas no currículo, mesmo aquelas que não tenham registro em carteira.

 

Agora que você já tem algumas dicas, prepare seu currículo e boa sorte!

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Muitas vezes, profissionais formados nesse tipo de curso conseguem mais ofertas de empregos e estágio do que recém-formados do ensino superior

 

A necessidade de trabalhadores qualificados para o mercado de trabalho é cada vez mais frequente.

Hoje, existem diversas vagas de emprego que acabam não sendo preenchidas por falta de profissionais capacitados para o cargo.

Segundo estimativas do governo, aproximadamente metade dos jovens que concluem o ensino médio não ingressam em um curso superior.

 

Se você está buscando uma qualificação rápida, para melhorar suas chances na busca de vagas, a solução é optar pelos cursos técnicos. O ensino técnico é o caminho mais curto para ingressar no mercado de trabalho e conseguir vagas com melhores remunerações.

Pesquisas realizadas pelas próprias instituições de ensino mostram que uma média de 80% dos alunos com formação técnica tem conseguido boas colocações no mercado e maior reconhecimento dentro das empresas.

O crescimento do número de cursos técnicos oferecidos no país é um fator favorável para a educação da população e, muitas vezes, esses cursos funcionam como uma ponte para o ensino superior.

Qualquer pessoa que tenha concluído o ensino médio pode realizar um curso técnico.

Rápidos e com duração média de um ano, os cursos técnicos possuem mensalidades com preços acessíveis e também podem ser realizados de forma gratuita em escolas técnicas públicas.

Os salários dos profissionais técnicos podem variar entre R$900,00 e R$2.000,00, dependendo da região e da área em que atuam.

Os 10 cursos técnicos mais valorizados

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Guia da Carreira, os 10 cursos técnicos mais valorizados e promissores no Brasil são:

  1. Técnico em Meio Ambiente
  2. Técnico em Redes de Computadores
  3. Desenvolvedor Mobile
  4. Técnico em Comércio Exterior
  5. Técnico em Geoprocessamento
  6. Técnico em Mecânica
  7. Técnico em Eletrotécnica
  8. Técnico em Segurança do Trabalho
  9. Técnico em Construção Civil
  10. Técnico em Logística,

 

Fonte: site empregos.com.br / data:10 / 12 / 2015

                                       internet1                                             Cada vez mais os clientes preferem se comunicar com as empresas por meio desses canais. Veja como fidelizar o público nas mídias sociais

O Facebook concentra a maior parte dos usuários das redes sociais, segundo pesquisa da E.Life realizada com 1.059 usuários de todo o País. Dos entrevistados, 88% acompanham as empresas por esses canais para saber sobre novidades e oportunidades. O YouTube, Instagram – o que mais cresce em acessos –, Twitter e Tumblr aparecem na sequência. Daí a necessidade de as empresas estarem cada vez mais presentes nas mídias sociais. Apostar em publicações, vídeos e imagens que estimulem a interação é essencial para engajar o usuário com a marca.

Confira as dicas de Camila Porto, especialista em internet marketing. Elas ajudarão a ser mais assertivo nas publicações e a aumentar o número de clientes conectados à companhia.

Diversifique o conteúdo

Usar um único modelo de publicação não é eficaz. Varie o tipo de conteúdo postando imagens, vídeos e links. Usar a ferramenta Facebook Insights, que traz gráfico e informações sobre os conteúdos, é importante para saber quais publicações geram maior engajamento.

Use linguagem simples

Comunicar-se de maneira informal (até mesmo descontraída) causa maior impacto na audiência. Isso promove mais conversas nas redes sociais, além de incentivar interação entre o público na página.

Responda aos comentários

A pesquisa da E.Life mostrou que as redes sociais são o terceiro canal de comunicação mais utilizado pelos consumidores para resolver problemas e falar com as empresas. Fica atrás apenas do contato via telefone e e-mail. Assim, responder aos questionamentos e comentários (inclusive os mais descontraídos) também é importante para promover interação. Isso demonstra ainda preocupação da empresa com o consumidor.

Incentive curiosidade e criatividade

Usar imagens pedindo que o público sugira legendas, criar brincadeiras e desafios desperta no público maior interesse para com a companhia e o torna o “seguidor” ativo em todas as redes sociais nas quais a empresa está presente.

Ofereça promoções

Criar ofertas exclusivas para os usuários da página engaja e fideliza o consumidor. Além de as vendas crescerem, o usuário se sente importante e valorizado ao seguir a empresa. 

 

Fonte: Site Supermercado Moderno -Por Nathalia Braga - 05/02/2016

 

 

 

 

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A redução no consumo das famílias, em função da atual crise econômica brasileira, fez com que os fabricantes de ovos de chocolate não se animassem tanto na produção para a Páscoa deste ano. Durante a abertura do 27ª Salão de Páscoa, promovido hoje (19/1) pela Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), Getúlio Ursulino Netto, presidente da entidade, já avisou que o cenário não será diferente de 2015, que já apresentou retração de 10% na produção em comparação com 2014.

Segundo Netto, o setor planeja atingir o mesmo volume de produção de ovos e chocolates do ano passado, ou seja, algo em torno de 19,7 mil toneladas de chocolate, o que correspondeu a 80 milhões de ovos em todo o País. Quanto aos lançamentos, o número é quase o mesmo: 147 neste ano. Em 2015, foram lançados 150 novos produtos.

Mesmo com uma Páscoa morna, Ubiracy Fonseca - vice-presidente de chocolates da Abicab – prevê um aumento de 10% na contratação de trabalhadores temporários para o período, podendo gerar 29 mil empregos. “Isso mostra que muitas empresas estão investindo em seus pontos de vendas para atrair o consumidor”, afirma Fonseca.   

 

Fonte: Site Supermercado Moderno escrito por Diego Pinheiro - 19/01/2016

 

                         natal dinheiro

A situação econômica que o Brasil vem enfrentando irá impactar nas vendas neste Natal, já que os gastos com presente será menor que os anos anterior independente da classe social. É o que revela a “”Pesquisa Natal 2015 – Revelação sobre o Hábito de Consumo dos Brasileiros”realizada pelo sexto ano consecutivo pela Deloitte, com entrevistas aplicadas a 1.000 pessoas das cinco regiões do país.

Os entrevistados apontam que o gasto com presentes será menor que o ano passado, quando foram consumidos R$ 459,85, e atualmente eles pretendem  gastar R$377,05, em que houve uma queda de 18%.Os motivos que levam os consumidores a tal atitude, é a preocupação com a economia do país e a redução das dívidas, pois 41% dos entrevistados estão em  situação financeira pior que o ano passado – no ano anterior eram apenas 21% nessa situação, que hoje atinge 37% das classes A/B, sendo 41% da classe C e 46% da D/E.

Com o consumo mais contido, a pesquisa estima uma queda de aproximadamente R$1,5 bilhão nas compras,  com o impacto alcançando também a classe A/B. Para 72% dos consumidores, a saída será a internet, o canal mais utilizado para aquisição de presentes. As mídias sociais também serão usadas como ferramenta para pesquisa de preços e opiniões sobre produtos e marcas. Metade dos entrevistados vão realizar suas compras até a  primeira semana de dezembro  e  as promoções da Black Friday.

 

Fonte: http://www.supervarejo.com.br/noticias/vendas-no-varejo-devem-cair-no-natal/

 

20150728 emprego varejo alimentar materia

No futuro, a mão de obra será mais qualificada e as condições de trabalho, mais flexíveis. A tecnologia também vai ajudar a equipe a elevar a produtividade e a extrair informações para atender melhor o cliente 

Nada de ampliar os benefícios aos colaboradores. Ao contrário, dentro do portfólio oferecido pela empresa, eles poderão escolher aqueles que mais interessam. A carga horária poderá ser menor, mas o volume de trabalho executado deve aumentar. Em algumas áreas, será possível trabalhar de casa, reduzindo despesas da empresa. Essas são algumas mudanças que deverão ocorrer nos próximos dez anos no perfil do emprego no varejo alimentar. Em resumo, boa parte dos especialistas acredita que o trabalho se tornará mais flexível.

Independentemente de a mão de obra ser contratada via CLT diretamente ou terceirizada, alguns analistas apostam que no futuro os profissionais vão escolher, no “cardápio” de benefícios da companhia, aqueles que deseja ter. A prática já começa a ser adotada em outros setores da economia, mas deve ganhar força também no autosserviço alimentar.

Nuno Fouto, coordenador de estudos e pesquisas do Provar (Programa de administração de varejo), da USP/FIA, acredita também que a mão de obra será mais qualificada devido à ampliação da educação formal. Por conta disso, ele afirma que os profissionais terão maior senso crítico. Com isso, as tarefas passam a ser plenamente executadas, além de tornar as pessoas mais aptas a encontrar soluções para problemas enfrentados no trabalho. Isso é importante, uma vez que as exigências no atendimento ao consumidor serão maiores. Para Haroldo Monteiro, coordenador da pós-graduação em gestão estratégica no varejo do Ibmec, os colaboradores acrescentarão às suas tarefas a análise de dados para melhorar a experiência do consumidor.

A tecnologia também vai influenciar mudanças no perfil do trabalho. Fouto avalia que ela poderá reduzir as atividades puramente braçais, diminuindo o tamanho das equipes e elevando a produtividade. Com isso, a carga horária também poderá será enxugada, mas o volume de trabalho executado dever ser maior. Essa capacidade de realizar mais atividades no mesmo período de tempo é importante, já que os processos de loja, ainda que automatizados, exigirão maior controle por parte dos funcionários, como, por exemplo, conferências.

Já Monteiro, do Ibmec, acrescenta que as tarefas das equipes se tornarão mais estratégicas do que são hoje. O especialista também acredita que, em algumas funções, será possível adotar o home office (trabalho em casa). Ele acredita que isso é possível, por exemplo, para profissionais encarregados de analisar dados relacionados aos hábitos de compra dos clientes. “Novos cargos, como esse, tendem a ter maior flexibilidade”, explica. Para Fouto, do Provar, esse modelo poderá se estender, por exemplo, a setores associados ao planejamento das empresas. “No futuro, as atividades poderão ser mistas. Será possível ter a opção de trabalhar tanto presencialmente quanto por home office”, analisa.

Carlos Silva, gerente do Hay Group, faz uma ressalva. Ele lembra que, no atendimento ao cliente nas lojas, continua sendo importante o contato direto com a equipe do supermercado. “As relações pessoais entre trabalhador e consumidor não podem ser perdidas”, reforça. Outro especialista da empresa, Diego Furtado, diz que a tecnologia pode, no futuro, ser uma aliada para estreitar o relacionamento com o público. “Ela ajudará a equipe a personalizar o atendimento”, conclui o consultor. 

 

Fonte: Site http://www.sm.com.br/detalhe/o-perfil-de-emprego-no-varejo-alimentar-em-2025 data: 28/07/2015

 

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O horário de verão é um dos grandes aliados para a economia de energia elétrica. Os dias mais longos ajudam na redução de consumo de energia, pois aproveitamos mais a iluminação solar.

A mudança reduz o consumo de energia no período mais crítico do dia, que vai das 18h às 21h, denominado “horário de pico”. Assim, adiantar o relógio em uma hora faz com que haja uma redução média de 4% do consumo de energia elétrica no horário de pico e evita uma sobrecarga na estação mais quente do ano.

Você sabia?

  •  A economia gerada pelo horário de verão é de 2 mil megawatts. Isso equivale à produção de três turbinas de Itaipu ou ainda ao consumo de Brasília e Belo Horizonte juntas durante o horário de pico;
  • Uma hora extra de luz do dia no período da tarde pode aumentar os níveis de vitamina D nas pessoas, assim como incentivá-las a praticar mais exercício e ter mais energia para o dia a dia;
  • Há mais qualidade de vida da população, pois proporciona maior aproveitamento da luz solar, gerando mais tempo para o lazer e maior segurança ao entardecer;
  • O horário de verão ajuda na preservação do meio ambiente, evitando a poluição que seria produzida pela queima de combustível fóssil para geração de energia de origem térmica.

Fonte: Site http://www.marcaneve.com.br/os-beneficios-do-horario-de-verao/

Liderar é orientar, motivar e influenciar pessoas de modo que se desenvolvam continuamente, aceitem desafios e garantam os resultados esperados pela empresa. Mas encontrar boas lideranças é tão difícil como mantê-las. E quando o líder está desmotivado e caminhando para trás, a situação se torna alarmante. Sobretudo se for membro da família, como costuma ocorrer no setor de varejista. A desmotivação, contudo, não é incomum e atinge indiscriminadamente presidentes, diretores e gerentes. “Os resultados financeiros demoram para ser alcançados e outros são difíceis de ser mensurados, o que traz uma desmotivação natural”, explica Christiano Alvim Gomes, sócio do Instituto Aquila, especializado em gestão empresarial. “O dia a dia difícil costuma minar a confiança e, em períodos de retração econômica, a situação se agrava. Afinal, o lucro diminui e a cobrança aumenta”, diz.

 Para o especialista, é natural que o tempo acomode algumas pessoas, mas as empresas têm de ficar alertas aos sinais antes que seja tarde. Apego a ideias e processos antigos, centralização de responsabilidades e a insistência em manter a mesma linha de raciocínio e leitura do mercado são sinais que devem ser percebidos pelos que comandam a organização: o presidente, os acionistas e os membros do conselho de administração”, diz. Seja qual for a situação, a empresa tem que dar uma chance ao profissional e mostrar claramente o que espera dele. “Às vezes o executivo está simplesmente perdido diante de novos rumos da empresa ou de novos processos e não sabe o que a companhia espera dele.” Gomes recomenda que o executivo volte a ser lapidado como na ocasião da contratação ou promoção.

Se for detectada uma incompatibilidade de função, pode-se pensar em uma troca de departamento. A demissão é o ultimo caso. O professor Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Lideranças e Pessoas da Fundação Dom Cabral, concorda. Segundo ele, todos têm capacidades que podem ser descobertas e exploradas. Sua recomendação é reestimular o executivo com cursos ou aumentando os desafios da área gerida por ele. “Alternativa importante é ampliar a visão da pessoa, levando-a para conhecer concorrentes, fornecedores e para participar de reuniões de associações de classe, mesmo que a área não exija tais conhecimentos.” Para o professor, a queda de rendimento de um líder se assemelha a queda de um avião: sempre há uma série de fatores por tras. Sant’Anna lembra que esse processo de readaptação é de longo prazo e costuma ser complexo quando envolve sócios, herdeiros e familiares em posição de liderança.

Se a questão for de difícil resolução, o professor recomenda a contratação de um terapeuta para o líder com problemas, a criação de um conselho de família e/ou a contratação de uma consultoria ou executivo de fora. “Esses profissionais ajudam a empresa familiar a definir espaços e funções. E o terapeuta ajuda na identificação de aptidões. Sant’Anna afirma ainda que as empresas familiares lidam várias vezes com a imaturidade de membros jovens da família, que acabam assumindo posições de liderança antes de ter conhecimento de si próprio e de gestão de pessoas. Entender negócios é muito mais fácil do que entender pessoas. Christiano Alvim Gomes, do Instituto Aquila, acredita que as pendências familiares também podem ser resolvidas com a criação de uma espécie de estatuto interno. Nele se devem definir o papel e os resultados esperados de cada familiar e um plano de cargos e salários para os membros do clã. Também convém definir regras que facilitem a convivência, como marcar reuniões apenas na empresa e em horário comercial. “O ciúme será grande se um irmão ganhar o dobro do outro. É preciso motivar o que está em um cargo menos decisivo com clareza sobre o seu papel, as suas responsabilidades, as metas por ele atingidas (ou não), além de uma política clara de prêmios e salários”, defende Gomes.

E isso serve também para os demais profissionais do varejo alimentar, setor fortemente marcado pela rotatividade: o líder tem que ter claro o peso de sua função e seu plano de carreira. Se nada adiantar para motivá-lo, Gomes diz que a demissão é a solução, e, nesse caso, uma consultoria externa pode fazer o papel de vilã para evitar conflitos. O desligamento, porém, sempre terá um custo emocional e financeiro. Mas isso faz parte do jogo.

 

Fonte: Revista Supermercado Moderno/ Agosto de 2015/ ano 46download

 

 

 

 

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A estação romântica está chegando, aquela que pede uma lareira, uma fondue e um vinho. Ou, para as pessoas que vivem em regiões mais quentes do País, aquela que permite um cafezinho ou um cappuccino com um delicioso chocolate. É assim que o consumidor vê o inverno. E isso pode ser um bom apelo para os supermercados, já que a retração econômica tende a manter as vendas estáveis e até mesmo a alterar o mix de produtos consumidos.

“Toda vez que chega o inverno, o consumo de vinhos aumenta, mas estamos prevendo que, este ano, o consumidor gastará menos”, diz Max Cohn, sommelier chefe da importadora Interfood. Em 2014, o tíquete médio nas compras de vinho em supermercados foi de R$ 50. Em 2015, Cohn prevê algo entre R$ 35 e R$ 39. “Quem compra vinho de R$ 100 vai passar para os de R$ 70. Quem gastava R$ 150 no restaurante, deve ficar próximo a R$ 100”, acredita.

Segundo a Ibravin (Associação dos Fabricantes de Vinhos e Espumantes), os números de produtos comercializados no País no primeiro trimestre já indicam uma estabilidade no consumo ante um crescimento ano a ano até 2014. De janeiro a março de 2015, foram comercializados 21,3 milhões de litros de vinho tranquilo – ou seja, sem gás, o que exclui os espumantes. O número é semelhante ao do ano passado, quando 20,9 milhões de litros foram vendidos. E a tendência é que este comportamento se mantenha no inverno, com cerca de 47,5 milhões de litros negociados, mesmo volume registrado de maio a agosto de 2014.

E, se um vinho é uma boa pedida, o acompanhamento de um queijo faz o par ideal. De acordo com o Maître Fromager e consultor Jair Jorge Leandro, os tipos especiais são os que registram crescimento nas vendas no inverno, com destaque para os fondues prontos, brie, gorgonzola, maasdam, gouda e grana. Entretanto, no inverno de 2015, as perspectivas não são boas.  “Devido à crise, espera-se um volume de vendas igual ao do ano passado ou até mesmo uma retração na venda de queijos especiais, o que não ocorre há 20 anos”, afirma.

Para se ter uma ideia do desânimo em relação aos queijos especiais, o volume de importação caiu 21% (para 4,21 mil toneladas) nos três primeiros meses deste ano, na comparação com o período análogo de 2014. E, para abastecer as gôndolas no inverno, embora os pedidos pelos supermercados ainda estejam ocorrendo, percebe-se uma diminuição nas compras, diz Leandro. “O volume do primeiro trimestre em importação foi o menor de cinco anos”, afirma o consultor. Para 2015 todo, a expectativa de importação é de 15 mil toneladas ante 20,66 mil toneladas no ano anterior.

A boa notícia é que a indústria nacional é capaz de suprir a necessidade de consumo de queijos semelhantes aos importados. “No acumulado do ano, mesmo com a expectativa econômica nada favorável, esperamos que a produção nacional cresça 2% porque o brasileiro se habituou a comer queijo”, afirma Leandro. Em 2014, a produção foi de 850 mil toneladas.  O consumo de queijo per capita no Brasil ainda é um dos mais baixos entre os países em desenvolvimento, com 4,2 quilos por ano, mas cresce continuamente há 30 anos.

E se as noites românticas são regadas a queijo e vinho, os dias fresquinhos mesmo em lugares mais quentes permitem um aumento no consumo de chocolates e cafés. De acordo com uma pesquisa do Ibope, encomendada pela Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), 23% dos brasileiros aumentam o consumo de chocolate no inverno.

 

Fonte: Site http://www.sm.com.br/  artigo  dia 13/05/2015.

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